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Estradas, no Ecuador

Atualizado: Abr 15


Conhecendo o Ecuador.

O trajeto que fizemos no Ecuador foi desde Huaquillas (divisa com Perú) até Tulcán (divisa com a Colômbia), passando pela região das montanhas andinas e pela costa, nas cidades de Santa Isabel, Cuenca, Canoa, Quilotoa, Baños de Agua Santa, Parque Nacional Cotopaxi, Quito, Otavalo...

As condições das estradas por onde passamos são boas, e sempre houve pista simples, com exceção das vias perto de Guayaquil e Quito, onde há pistas com mais faixas. A malha rodoviária do país avançou bastante nos dez anos de governo de Rafael Correa. A sinalização nas rodovias geralmente é boa (sensivelmente melhor que na Bolivia e Perú).

Passamos por pedágios somente perto das duas maiores cidades (Guayaquil e Quito), mas nenhum com valor superior a US$1,00.

O território Ecuatoriano é pequeno e diverso, dividindo-se em três áreas principais: a costa oeste, a zona montanhosa andina, e o oriente onde está a floresta amazônica; as altitudes variam do nível do mar até os seis mil metros em um de seus vulcões.

O combustível aqui é vendido por galões, sendo que cada galão equivale a quatro litros, e é o combustível mais barato que vimos até agora na viagem (para saber o preço, veja o post “Moeda e Gastos”).

Para calibrar os pneus há mangueiras de ar, mas não medidores de pressão nos postos de gasolina. A saída é usar o “feeling” ou ir a uma “vulcanizadora”, onde se consertam pneus, pois lá eles têm medidores de pressão, e te ajudam em troca de uma gorjeta.

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